Vivemos em um constante teatro, onde as cortinas dificilmente se fecham, onde nós somos os próprios personagens e diretores do espetáculo.
Vivemos em cenários, cenários que usamos para alimentar as nossas sensações. Usamos as pessoas ao nosso redor para se infiltrar na nossa peça. A seleção é simples, basta o indivíduo se identificar com as sensações que o diretor personagem propõe. Pronto! A peça surge. Gritamos, choramos, passamos raiva e logo as cortinas se abrem com aplausos de tão bela encenação. Nossa mente é capaz de observar qualquer coisa para que consiga manter o teatro até o fim. Aspesctos que na maior parte das vezes não existem, mas a nossa mente acredita que sim. Ora, vivemos em um teatro, onde as cortinas raramente se fecham. A cortina, apenas se fecha quando as máscaras caem e a essência prevalece. A cortina apenas abre quando você encontra com si mesmo e sente uma sensação jamais presenciada antes, é parecido com aquele abraço apertado da pessoa que você não vê a anos. É paz, amor, alegria e gratidão.
As cortinas se abrem e os cenários não são mais os mesmos, pois você percebe que cada cenário é diferente, onde se pode encontrar dádivas. Em cada cena existe uma entrega, entrega aquela que te faz relembrar da vida. Permita-se deixar as cortinas se abrirem, e que assim ela fique, a visão dela é cativante, observe e VIVA!

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